quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conceitos gerais sobre a morte com dignidade e eutanásia




Ortotanásia é o termo utilizado pelos médicos para definir a morte natural, sem interferência da ciência, permitindo ao paciente morte digna, sem sofrimento, deixando a evolução e percurso da doença. Portanto, evitam-se métodos extraordinários de suporte vida, como medicamentos e aparelhos, em pacientes irrecuperáveis e que já foram submetidos a suporte avançado de vida.  A persistência terapêutica em paciente irrecuperável pode estar associada a distanásia, considerada morte com sofrimento.

Eutanásia é a prática pela qual se abrevia a vida de um enfermo incurável de maneira controlada e assistida por um especialista.

Eutanásia ativa  traçado de ações que têm por objetivo pôr término à vida, na medida em que é planejada e negociada entre o doente e o profissional que vai levar e a termo o ato.

Eutanásia passiva : não provoca deliberadamente a morte, no entanto, com o passar do tempo, conjuntamente com a interrupção de todos e quaisquer cuidados médicos, farmacológicos ou outros, o doente acaba por falecer. São cessadas todas e quaisquer ações que tenham por fim prolongar a vida. 

Eutanásia voluntária que é realizado com o consentimento do paciente.

Eutanásia involuntária realizada sem o consentimento do paciente.


Distanásia  a prática pela qual se prorroga, através de meios artificiais e desproporcionais, a vida de um enfermo incurável. Também pode ser conhecida como “obstinação terapêutica”.

Mistanásia : também chamada de ''eutanásia social''. É uma morte miserável antes e fora do tempo.

Terapêutica crueldade (incluindo obstinação terapêutica ou crueldade) é a aplicação de tratamentos desnecessários, ou, se for útil, chato ou desproporcionadamente oneroso para o resultado que você espera.

Doente terminal , que sofre de uma doença para a qual não há cura e é fatal, embora não necessariamente no curto prazo.

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